Alexandre Melo

Abril 18, 2008

Ecotubo vira realidade em Pelotas

Arquivado em: Uncategorized — alexandre melo @ 5:24 pm

Depois de 4 anos, finalmente o Ecotubo (agora chamado de Ecoduto) vira realizadade em Pelotas. O processo inciou em Pelotas, quanbdo fui secretário municipal de qualidade ambiental e fizemos parceria com a Associação de Engenheiros e Arquitetos e Centro de Estudos em Toxicologia. Isso ocorreu em 2004 e partia de uma consideração das 3 entidades de que era possível aproveitar o pneu radial inservível para confecção de bueiros para utilização no sanemaneto ambiental. A prefeitura adquiriu a máquina de prensagem do Senhor Mendonça, e as primeiras experiência foi feita no Ecocamping Municipal. De lá pra cá, o arquiteto Fernando Caetano, um dos mentores da idéia, seguiu adiante o projeto e hoje o assunto virou pauta nacional, inclusive com aparição no Jornal da Globo.

É mais uma das ações que que o Governo Municipal, do Prefeito marroni (2001-2004), que permanecem no tempo e contribuem para a melhoria da qualidade de vida local. Esse projeto foi lançado na Fenadoce em junho de 2004 (conforme matéria de 24.07.2004: http://www.pelotas.rs.gov.br/noticia/noticia.htm?codnoticia=4434#)

Lideranças indígenas vêm ao STF para falar da reserva Raposa Serra do Sol

Arquivado em: indígena; unidades de conservação; conflito — alexandre melo @ 2:15 pm

O ministro Gilmar Mendes, no exercício da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu lideranças indígenas no início da noite desta quinta-feira (17), para tratar das ações em tramitação na Corte que discutem a legalidade da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol.

Antes, no final da tarde, cerca de 850 índios, após passarem pelos ministérios da Defesa e da Saúde, fizeram uma manifestação em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), contra a decisão da Corte de suspender a operação Upatakon III, da Polícia Federal, que iria retirar os últimos não-índios da reserva, que ocupa aproximadamente 46% do território do estado de Roraima.

Gessinaldo Sateré-Mawé, falando em nome de cerca de 150 povos indígenas do país, afirmou que “os povos vão resistir e, se for preciso, fazer uma revolução para defender nossos direitos”. Com faixas defendendo a demarcação da área indígena, os manifestantes repetiam que buscavam uma solução para que seus direitos fossem implantados na prática, “pra não ficar só no papel”. Eles pretendiam se encontrar com algum ministro do Supremo.

Relator

O relator dos processos que tratam da demarcação da Raposa Serra do Sol disse ao final da sessão plenária que, se for solicitada, ele também receberá em audiência os representantes dos índios. Mas que não vê possibilidade de haver mudança no que foi decidido pelo Supremo quanto à suspensão do processo de desocupação dos não-índios. “Isso só com o julgamento de mérito de qualquer das causas (principais). Temos que aguardar”, frisou o ministro.

Quanto a um possível conflito armado, o ministro ponderou que nesse caso o problema deixa de ser do Supremo e passa a ser do Poder Executivo federal e estadual. “E certamente os dois poderes saberão resolver isso”, concluiu.

Carlos Ayres Britto voltou a dizer que vai trazer para julgamento uma das ações principais o mais rápido possível. “Todos em meu gabinete estão estudando esse assunto, para produzir um voto rápido, célere”, concluiu o ministro.

Lideranças indígenas vêm ao STF para falar da reserva Raposa Serra do Sol

Arquivado em: Uncategorized — alexandre melo @ 2:09 pm

O ministro Gilmar Mendes, no exercício da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu lideranças indígenas no início da noite desta quinta-feira (17), para tratar das ações em tramitação na Corte que discutem a legalidade da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol.

Antes, no final da tarde, cerca de 850 índios, após passarem pelos ministérios da Defesa e da Saúde, fizeram uma manifestação em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), contra a decisão da Corte de suspender a operação Upatakon III, da Polícia Federal, que iria retirar os últimos não-índios da reserva, que ocupa aproximadamente 46% do território do estado de Roraima.

Gessinaldo Sateré-Mawé, falando em nome de cerca de 150 povos indígenas do país, afirmou que “os povos vão resistir e, se for preciso, fazer uma revolução para defender nossos direitos”. Com faixas defendendo a demarcação da área indígena, os manifestantes repetiam que buscavam uma solução para que seus direitos fossem implantados na prática, “pra não ficar só no papel”. Eles pretendiam se encontrar com algum ministro do Supremo.

Relator

O relator dos processos que tratam da demarcação da Raposa Serra do Sol disse ao final da sessão plenária que, se for solicitada, ele também receberá em audiência os representantes dos índios. Mas que não vê possibilidade de haver mudança no que foi decidido pelo Supremo quanto à suspensão do processo de desocupação dos não-índios. “Isso só com o julgamento de mérito de qualquer das causas (principais). Temos que aguardar”, frisou o ministro.

Quanto a um possível conflito armado, o ministro ponderou que nesse caso o problema deixa de ser do Supremo e passa a ser do Poder Executivo federal e estadual. “E certamente os dois poderes saberão resolver isso”, concluiu.

Carlos Ayres Britto voltou a dizer que vai trazer para julgamento uma das ações principais o mais rápido possível. “Todos em meu gabinete estão estudando esse assunto, para produzir um voto rápido, célere”, concluiu o ministro.

STF analisa lei que amplia aposentadoria especial para diretores, coordenadores e assessores pedagógicos

Arquivado em: Uncategorized — alexandre melo @ 2:07 pm

Foi suspenso hoje (17) o julgamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3772) proposta contra o artigo 1º da Lei Federal 11.301/06, que garantiu aposentadoria especial para especialistas em educação que exerçam direção de unidade escolar, coordenação e assessoramento pedagógico. Antes da lei, somente a atividade em sala de aula contava para o professor receber o benefício.

Por enquanto, há dois votos pela inconstitucionalidade da lei e um voto para que ela também valha para professores que exerçam a função de diretor, coordenador e assessor pedagógico. A análise da matéria foi interrompida por um pedido de vista do ministro Eros Grau, que disse precisar refletir melhor sobre a questão.

O relator da ação, ministro Carlos Ayres Britto, foi o primeiro a julgar a ação procedente. Ela foi ajuizada pela Procuradoria Geral da República em agosto de 2006. O voto dele foi seguido pela ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.

Segundo Ayres Britto, a Constituição Federal determina que todos os profissionais da educação sejam valorizados, mas conferiu apenas aos professos de sala de aula a aposentadoria especial. Ele afirmou que, ao tratar do benefício, a Constituição (parágrafo 5º do artigo 40 e parágrafo 8º do artigo 201) utiliza a palavra professor e não o “fraseado aberto” profissionais da educação.

Disse ainda que os dispositivos constitucionais citam o termo “funções de magistério” para se referir às funções que o professor necessariamente exerce fora de sala de aula, sempre relacionadas à atividade dele dentro de sala de aula, com seus alunos. “As funções de magistério da Constituição Federal significam ministrar aula. A Constituição não faria cortesia com o chapéu do contribuinte”, alegou o ministro ao votar contra a extensão do benefício a outros profissionais da educação.

“Vale aqui, para mim, também, aquele que ensina, que exerce as funções de magistério”, disse Cármen Lúcia. Alinhando-se à opinião de Ayres Brito, ela explicou que essas funções estão relacionadas ao que o professor faz fora de sala de aula, corrigindo provas, orientando monografias, entre outras atividades.

Divergência

Apesar de não ter votado, o ministro Marco Aurélio foi o primeiro a sugerir que fosse dada à lei uma interpretação constitucional que não retire o benefício da aposentadoria especial de outras categorias de profissionais da educação. “Eu penso que não se pode chegar ao ponto, por exemplo, de se excluir a contagem especial relativamente a um professor que é deslocado para uma função, para mim de maior responsabilidade, de direção da unidade escolar”, afirmou ele.

Cezar Peluso foi outro ministro que não chegou a votar, mas concordou com a necessidade da interpretação conforme a Constituição. Para ele, a questão é de valorização da atividade de magistério. “Não se trata de valorizar o desgaste físico e psicológico [do professor em sala de aula], mas de valorizar uma atividade que é condição necessária para o desenvolvimento das virtualidades da pessoa humana.”

O ministro Ricardo Lewandowski foi o único ministro a registrar voto nesse sentido, em virtude do pedido de vista de Eros Grau.

RR/LF

Leia mais:

14/08/06 – Lei que amplia benefícios de aposentadoria do magistério é questionada no STF

Processos relacionados
ADI 3772

Blog no WordPress.com.